Detalhes Técnicos

Refrigerador & Câmara de Conservação para Banco de Sangue MXY-206

Modelo: MXY-206
Volume: 206 Litros
Capacidade Maxima: 152 bolsas de sangue de 400 a 450ml
Dimensões internas: 505 x 435 x 1160 mm
Dimensões externas: 600 x 590 x 1460 mm
Dimensões com embalagem: 665 x 660 x 1610 mm
Peso Bruto / Peso Líquido: 86 kg / 80 kg
Prateleiras / Contraportas: 5 + 3 contra portas internas em plástico translucido
Faixa de temperatura: 2°C a 6°C
Temperatura padrão de fábrica: 4°C
Tempo aproximado de resfriamento: 70 min (até 6°C)
Uniformidade de temperatura interna: ±3°C
Temperatura de ambiente para operação: 16 a 32°C
Tensão: 100 a 240 V~ 60 Hz
Potência / Consumo de energia: 200 W / ≤1,5 kWh/dia
Garantia: 2 anos para o equipamento e 5 anos para os compressores
Certificações e Registros: CE, FDA, ANVISA
Diferenciais exclusivos: Tecnologia Patenteada Top Cooling & Flex-volt, Controlador de temperatura dual display (Temperatura e umidade), compressor inverter
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Descritivo Técnico

Descritivo Técnico

Refrigerador Vertical Midea para Banco de Sangue desenvolvido especificamente para a conservação de sangue total e hemocomponentes eritrocitários, atendendo às exigências térmicas das rotinas de hemoterapia. Com faixa de operação de 2°C a 6°C, proporciona controle preciso e elevada uniformidade de temperatura no interior da câmara, condições fundamentais para a manutenção adequada das bolsas durante o período de armazenamento. Sua operação favorece a preservação da integridade e da qualidade dos componentes sanguíneos, reduzindo a exposição a variações térmicas que possam comprometer suas condições de conservação.

Projetado para ambientes em que segurança transfusional, monitoramento contínuo e controle rigoroso da temperatura são requisitos essenciais, o equipamento oferece uma solução dedicada às rotinas de armazenamento em serviços de hemoterapia. O gerenciamento adequado das condições internas contribui para uma operação mais segura, proporcionando estabilidade térmica, confiabilidade operacional e maior proteção ao conteúdo armazenado ao longo de todo o período de utilização.

A Tecnologia patenteada Top Cooling, associada à circulação forçada de ar e a um sistema otimizado de dutos integrados, promove uma distribuição homogênea do ar refrigerado por toda a câmara, proporcionando excelente uniformidade térmica e elevada eficiência de refrigeração. O fluxo de ar direcionado a partir da região superior contribui para reduzir a entrada de ar quente durante a abertura da porta, minimizando elevações bruscas de temperatura e favorecendo uma rápida recuperação das condições internas. O projeto compacto dos dutos proporciona ainda maior aproveitamento do espaço útil, enquanto o sistema de ventilação contribui para uma operação mais eficiente, silenciosa e com menor consumo de energia. Conta também com desligamento instantâneo dos ventiladores durante a abertura da porta e degelo automático seco com evaporação do condensado, agregando praticidade e eficiência à rotina de utilização.

A tecnologia Flex-Volt amplia a versatilidade do equipamento ao permitir operação em uma ampla faixa de alimentação de 100 a 240 V e 50/60 Hz, com adaptação automática às condições da rede elétrica. Essa característica simplifica a instalação, amplia as possibilidades de utilização em diferentes regiões e dispensa o uso de estabilizador externo, dentro das condições elétricas previstas para o equipamento. Associada à tecnologia inverter, favorece maior estabilidade de funcionamento mesmo diante das variações que podem ocorrer na rede, tornando o equipamento especialmente adequado às diferentes condições de alimentação encontradas no Brasil. O resultado é uma operação mais prática, segura e confiável, com maior flexibilidade de instalação e desempenho estável ao longo do tempo.

Tecnologia Inverter aplicada ao sistema de refrigeração, permitindo que o compressor ajuste automaticamente sua velocidade conforme a demanda térmica do equipamento. Esse funcionamento modulante reduz os ciclos constantes de liga e desliga, contribuindo para menor consumo de energia, redução do desgaste dos componentes, operação mais silenciosa e maior vida útil do compressor.

Com padrão internacional de fabricação, a qualidade está presente em cada etapa do processo produtivo, refletindo em um equipamento desenvolvido para oferecer alto padrão de funcionamento, praticidade e confiabilidade no uso diário. A combinação entre praticidade operacional e controle preciso proporciona maior fluidez às rotinas de hemoterapia, oferecendo suporte seguro ao gerenciamento das bolsas e maior confiança durante todo o processo de armazenamento.

Opcionais

Recursos complementares disponíveis

Discador telefônicoPorta RS485Estabilizador de Voltagem ExternoGavetas deslizantes em aço inoxidável tipo SUS304Módulo Wi-FiEstudo térmicoNo-Break Externo (autonomias 6h / 12h / 18h / 24h / 36h / 48h)Estudo de estabilidadeQualificação QI, QO, QPBivolt automático
Diferenciais

Principais Diferenciais

Recursos que elevam a confiabilidade do armazenamento e ajudam a manter a integridade das amostras em aplicações críticas.

Compressor Inverter, altíssima eficiência energética e silêncio. Interior em aço inoxidável 304

Consumo de energia ≤1,5 kWh/24h. Baixíssima emissão de ruído, colaborando com ambientes médicos em que o silêncio é fundamental. Paredes internas em aço inox SUS 304.

Resfriamento rápido/uniforme e visor duplo (temperatura e umidade)

Rampa de refrigeração de no máximo 15 minutos (de 32°C a 6°C) e uniformidade ±1°C, garantindo a integridade das amostras em toda a câmara. Leitura da umidade interna da câmara de série.

Tecnologias Top Cooling e FlexVolt

Evaporador compacto com dimensões reduzidas, aumentando consideravelmente o volume útil do equipamento e atuando como cortina de ar, bloqueando a entrada de ar quente externo. Tensão de alimentação amplamente flexível, podendo-se alimentar o equipamento de 100 a 240V.

Certificações internacionais

Certificação europeia CE. Registro na FDA (Food and Drug Administration – EUA) e ANVISA (Brasil).

Recursos

Recursos Do Equipamento

Tecnologias e funcionalidades pensadas para simplificar a operação e aumentar a segurança na conservação.

Múltiplos alarmes

Alertas múltiplos (sonoro/visual/remoto) com monitoramento de falha de energia, sensores, abertura de porta, temperatura alta/baixa e bateria.

Interface USB, iluminação e abertura lateral de acesso de série

Permite a coleta de dados registrados através de dispositivos de armazenamento USB. Possui porta de acesso lateral para a passagem de sensores externos, para situações em que se demande realizar qualificação térmica no equipamento.

Porta isolada em PU com visor vidro duplo Low-E, fechamento automático e trava

Vidro duplo de baixa emissividade, reduz a entrada de calor pelo bloqueio da radiação térmica (infravermelha) e ultravioleta (UV). Fechadura com chave, permitindo maior segurança ao material armazenado.

Bateria interna de íons de lítio

Mantém o registro dos dados de temperatura e o visor digital ligado mesmo em caso de falta de energia por até 40 horas.

DEPOIMENTOS

O Que Nossos Clientes Dizem

Experiências reais de clientes que confiam na Thermotemp para preservar amostras sensíveis e manter rotinas críticas em operação.

4,9 ★★★★★Avaliações no Google
Dúvidas Frequentes

Perguntas Frequentes

Respostas rápidas para as dúvidas mais comuns antes da escolha do equipamento.

O Refrigerador – Câmara de Conservação para Banco de Sangue é um equipamento desenvolvido especificamente para o armazenamento refrigerado de sangue e hemocomponentes compatíveis com a faixa de 2°C a 6°C. Diferentemente de um refrigerador convencional, sua função não é apenas produzir frio. O equipamento é desenvolvido para proporcionar controle preciso da temperatura, uniformidade térmica, recuperação rápida após abertura da porta, monitoramento contínuo, registro de dados, sistemas de alarmes e recursos de segurança voltados à rotina hemoterápica. Por lidar com materiais de elevada criticidade, a conservação adequada dos hemocomponentes depende tanto da temperatura quanto da capacidade do equipamento de monitorar, registrar e manter condições previsíveis de armazenamento ao longo de toda a operação.

Os modelos da linha trabalham na faixa de 2°C a 6°C. Os 4°C representam uma referência central dentro dessa faixa, proporcionando margem operacional tanto em relação ao limite inferior quanto ao superior durante situações normais da rotina, como abertura da porta e entrada ou retirada de bolsas. A manutenção da temperatura dentro dos limites estabelecidos é especialmente importante porque variações inadequadas podem comprometer as condições de conservação dos hemocomponentes. Por isso, além de atingir a temperatura correta, o equipamento precisa oferecer estabilidade, uniformidade e monitoramento contínuo.

A faixa entre 2°C e 6°C é utilizada principalmente para sangue total e hemocomponentes eritrocitários, conforme os protocolos e requisitos aplicáveis à atividade hemoterápica. Isso inclui, conforme a condição e o procedimento adotado pelo serviço, diferentes preparações relacionadas aos concentrados de hemácias e sangue total que possuam especificação compatível com essa faixa de temperatura. É importante destacar que nem todos os hemocomponentes possuem a mesma condição de armazenamento. Por isso, antes de utilizar o equipamento, deve sempre ser verificada a temperatura exigida para cada hemocomponente e os procedimentos técnicos estabelecidos pelo serviço de hemoterapia.

Não nas mesmas condições utilizadas para sangue total e hemocomponentes eritrocitários. Concentrados de plaquetas possuem requisitos próprios de conservação e não utilizam a mesma faixa refrigerada de 2°C a 6°C destinada às hemácias. Da mesma forma, o plasma congelado necessita de armazenamento em temperatura negativa específica e requer equipamento apropriado para essa finalidade. Por isso, um banco de sangue pode necessitar de diferentes equipamentos para atender corretamente cada tipo de hemocomponente. O Refrigerador – Câmara de Conservação para Banco de Sangue deve ser utilizado exclusivamente para materiais compatíveis com sua faixa de operação.

A diferença principal está no nível de controle, segurança e rastreabilidade necessário para o armazenamento de hemocomponentes. Um refrigerador convencional pode produzir temperaturas baixas, mas não necessariamente foi desenvolvido para manter sangue e hemocomponentes sob condições térmicas controladas e documentadas. O Refrigerador – Câmara de Conservação para Banco de Sangue pode incorporar recursos como circulação forçada de ar, controle microprocessado, alarmes audiovisuais, registro de máximas e mínimas, histórico de temperatura, exportação de dados, bateria para os sistemas eletrônicos, sensores independentes e comunicação remota. Além disso, a arquitetura interna é desenvolvida considerando a rotina de armazenamento das bolsas e a necessidade de reduzir variações térmicas durante acessos frequentes. Em uma aplicação tão crítica, não basta refrigerar: é necessário controlar, monitorar, registrar e proteger o estoque.

Os modelos utilizam circulação forçada de ar, responsável por distribuir o ar refrigerado entre diferentes regiões do compartimento de armazenamento. Essa característica é particularmente importante em bancos de sangue porque as bolsas podem estar posicionadas em diferentes alturas e áreas da câmara. Nos equipamentos compatíveis, a tecnologia patenteada Top Cooling utiliza um sistema otimizado de dutos internos para distribuir o fluxo de ar e favorecer maior uniformidade térmica. O objetivo é evitar que apenas a região próxima ao sensor esteja na temperatura correta, proporcionando condições mais homogêneas em toda a área efetivamente utilizada para armazenamento. Uma boa uniformidade térmica é tão importante quanto a própria temperatura indicada no display.

Toda abertura da porta permite a entrada de ar mais quente no interior da câmara e provoca uma alteração temporária da temperatura. Como bancos de sangue e serviços de hemoterapia podem realizar diversas movimentações de bolsas durante o dia, a velocidade de recuperação térmica após o fechamento da porta é um fator importante. Os equipamentos possuem contraportas internas que formam uma barreira térmica adicional. Assim, mesmo quando a porta principal é aberta, parte do compartimento interno permanece protegida, reduzindo a exposição simultânea de todo o estoque ao ar mais quente do ambiente. Além disso, os ventiladores interrompem automaticamente seu funcionamento durante a abertura, reduzindo a expulsão do ar refrigerado para o ambiente. Após o fechamento, o sistema retoma a circulação e trabalha para restabelecer as condições internas. Recursos como porta de vidro, organização adequada das bolsas e identificação clara das áreas internas também ajudam a reduzir o tempo necessário para localizar e retirar um hemocomponente.

Sim. Esses são recursos particularmente importantes para uma aplicação hemoterápica. Dependendo do modelo e da configuração, podem existir alarmes para temperatura alta ou baixa, porta aberta, falta de energia, bateria baixa, temperatura ambiente elevada, temperatura elevada do condensador, falha de sensores, falhas de comunicação e problemas no sistema de registro. Os equipamentos também podem registrar temperaturas máxima e mínima e manter histórico das condições de armazenamento, com possibilidade de exportação das informações por interface USB. Isso proporciona maior rastreabilidade e auxilia em auditorias, investigação de desvios, procedimentos internos de qualidade e documentação das condições às quais os hemocomponentes permaneceram submetidos. Em um banco de sangue, um alarme não é apenas uma conveniência: ele integra o sistema de proteção do estoque.

Durante uma interrupção elétrica, o compressor deixa de funcionar e a temperatura interna começa gradualmente a se alterar. Os modelos analisados possuem bateria recarregável destinada a manter o controlador, display, registro e sistema de alarmes funcionando durante determinado período, permitindo que o equipamento continue sendo monitorado mesmo sem alimentação da rede. Dependendo do modelo, a autonomia declarada desses sistemas eletrônicos pode chegar a aproximadamente 16 ou 40 horas. É importante esclarecer que essa bateria não mantém o compressor refrigerando as bolsas. Para contingências prolongadas, podem ser adotadas soluções externas adequadamente dimensionadas, como nobreaks, geradores ou outros sistemas de alimentação de emergência, de acordo com o plano de contingência estabelecido pelo serviço. Durante a falta de energia, também é importante evitar aberturas desnecessárias da porta, preservando por mais tempo a condição térmica interna.

A capacidade não deve ser definida apenas pela quantidade média de bolsas armazenadas diariamente. É importante considerar estoque máximo, períodos de maior demanda, campanhas de coleta, sazonalidade, estoque de segurança, crescimento futuro da operação e necessidade de organização das bolsas por grupo, condição ou status. A linha analisada possui diferentes configurações, chegando a capacidades aproximadas de 152, 336 e 672 bolsas de 400 a 450 mL, dependendo do modelo. Também é necessário preservar espaço suficiente para a correta circulação do ar refrigerado. Por isso, não é recomendável adquirir um equipamento dimensionado exatamente para a ocupação média atual. Uma margem operacional de capacidade facilita a organização e permite absorver períodos de maior estoque sem comprometer o fluxo interno de ar.

A organização interna deve facilitar identificação, conferência, rastreabilidade e retirada rápida das bolsas, sem prejudicar a circulação do ar refrigerado. O serviço pode estabelecer divisões por grupo sanguíneo, tipo de hemocomponente, condição, status de liberação, lote ou outros critérios previstos em seus procedimentos operacionais. Bolsas liberadas e ainda não liberadas, por exemplo, devem permanecer claramente identificadas e organizadas de acordo com os procedimentos estabelecidos pela instituição. Dependendo da configuração do equipamento, podem ser utilizadas prateleiras, divisões internas e gavetas específicas para bolsas de sangue, auxiliando na separação e localização do estoque. Uma organização eficiente também reduz o tempo de abertura da porta, contribuindo indiretamente para maior estabilidade térmica.

A capacidade em litros ou quantidade de bolsas é importante, mas não deve ser o único critério. Em uma aplicação hemoterápica, é fundamental avaliar faixa de temperatura, uniformidade térmica, velocidade de recuperação após abertura da porta, circulação de ar, precisão do controlador, sistemas de alarmes, registro e exportação de dados, autonomia dos sistemas eletrônicos durante falta de energia e possibilidade de monitoramento independente. Também merecem atenção recursos como passagem para sensores externos, conectividade, organização interna das bolsas, porta de vidro, contraportas internas, fechamento automático, controle de acesso, eficiência energética e possibilidade de realização de estudos térmicos e qualificação QI, QO e QP. Além do equipamento em si, é importante considerar assistência técnica, disponibilidade de peças, garantia e capacidade do fornecedor de oferecer suporte durante toda a vida útil do produto. Para um banco de sangue, a melhor escolha não é simplesmente o refrigerador com maior capacidade, mas aquele que reúne controle térmico, rastreabilidade, segurança e suporte compatíveis com a criticidade do estoque armazenado.

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